sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

AO MENINO JESUS

Eis que lá das estrelas, Rei Celeste,
Tu vens nascer na gruta, ao frio agreste.
Ó Menino meu Divino, vejo-Te aqui tremer,
Assim… deitado.
Ó Deus amado,
Ó quanto Te custou me ter salvado!

Eis que faltam ao Senhor, Deus das alturas,
Os panos e o calor das criaturas!
Meu divino Pequenino,
Tal pobreza grande assim, mais me enternece,
Se penso que é o amor que Te empobrece…

Gozando lá no Céu toda a ventura,
Tu sofres nestas palhas tanta agrura.
Doce Eleito do meu peito, onde vais no Teu amor?
Jesus, eu penso:
“Por que sofrer assim, ó Amor imenso?”

Mas se é da Tua Vontade sofrer tanto,
Por que chorar assim sentido pranto?
Terno Esposo, Deus ditoso, meu Jesus,
Compreendo, sim, Senhor querido:
Tu choras, não de dor…
Mas de amor ferido.

Tu choras porque sabes do meu pecado,
Depois de tanto amor Não ter amado…
Ó Eleito do meu peito,
Se o passado foi assim, eu só reclamo:
Não chores mais, porque já Te amo!

E quando estás assim adormecido,
o Teu Coração não dorme, enternecido.
Deus amado, imaculado, em que pensas então?
“Penso na morte que hei de sofrer por ti!”
Que amor tão forte!

Morrer por mim, meu Deus,
É Teu anseio!
E que outro amor hei de trazer no seio?!
Ó Maria, minha guia,
Se não sei amar Jesus, a Ti eu chamo:
Amá-lO vem por mim, que pouco O amo!

Santo Afonso Maria de Ligório/AASCJ


quinta-feira, 23 de dezembro de 2010







VEM SENHOR JESUS!

Vem chegando o Natal, e com ele chega para cada um de nós o salvador!
 Que é Cristo o nosso senhor!
Jesus vem ao mundo para nos trazer a salvação, para nos trazer a liberdade de filhos e filhas amados(a) de Deus. Ele vem anunciar o amor de Deus pai, por cada um de nós, criaturas. Ele vem para nos trazer o amor, a paz, a misericórdia.
Ele vem para que tenhamos vida nova, para que possamos renascer com ele para a glória de Deus.
Nos convida a conversão, o doce menino que nasce em Belém.
Já não podemos viver do mesmo jeito, cheios de comodismo, de medo, cheios de nós mesmos. Esvaziemos-nos de nós e das coisas que nos prendem ao mundo,e nos afastam de Deus. Deixem que entre em vossos corações o menino Jesus. Deixem que entre o rei da paz, o menino luz. Que os nossos corações possam ser essa manjedoura que acolhe o menino Jesus. Que nossas almas brilhem de felicidade, como brilhou a estrela que anunciara o nascimento de Jesus. Que possamos nos alegrar com a sua chegada como se alegrou a nossa doce mãe a Virgem Maria e seu esposo são José.
Vamos adorá-lo como tão bem o fizeram os Reis magos.
Que o menino Jesus ´possa nascer em cada coração que ler estas palavras, que todos vocês abram o coração para acolher a salvação que vem ao mundo.
Que Vem por amor a cada um de nós!
Desejo um santo natal a todos!
Muita paz, luz e Amor!
Vem Senhor Jesus!!!








Santa Cruz

Clarão que resplandece a eterna Luz
arma da alma amante guerreira
ó Bendita Cruz,adorável Cruz te adoramos Santa Cruz

Ó Santa Cruz adorável
de onde a vida brotou
nós,por ti redimidos
a ti cantamos louvor

Esse sinal santo estará
no céu quando o glorioso
Rei vier julgar

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

São João da Cruz




             São João da Cruz nasceu em 1542 em Fontiveros, província de Ávila, na Espanha. Seus pais se chamavam Gonzalo de Yepes e Catalina Alvarez. Gonzalo pertencia a uma família de posses da cidade de Toledo. Por ter-se casado com uma jovem de classe "inferior" foi deserdado por seus pais e tornou-se tecelão de seda.
             Em 1548, a família muda-se para Arévalo. Em 1551 transfere-se para Medina del Campo, onde o futuro reformador do Carmelo estuda numa escola destinada a crianças pobres. Por suas aptidões, torna-se empregado do diretor do Hospital de Medina del Campo. Sua infância não foi fácil. Antes mesmo de completar 10 anos de vida, perdeu o pai e o irmão Luís. 
             Entre 1559 a 1563 estuda Humanidades com os Jesuítas. Ingressou na Ordem dos Carmelitas aos vinte e um anos de idade, em 1563, quando recebe o nome de Frei João de São Matias, em Medina del Campo. Pensa em tornar-se irmão leigo, mas seus superiores não o permitiram. Entre 1564 e 1568 faz sua profissão religiosa e estuda em Salamanca. Tendo concluído com êxito seus estudos teológicos, em 1567 ordena-se sacerdote e celebra sua Primeira Missa.
             Infelizmente, ficou muito desiludido pelo relaxamento da vida monástica em que viviam os conventos carmelitas. Decepcionado, tenta passar para a Ordem dos Cartuxos, ordem muito austera, na qual poderia viver a severidade de vida religiosa à que se sentia chamado. Em setembro de 1567 encontra-se com Santa Teresa, que lhe fala sobre o projeto de estender a Reforma da Ordem Carmelita também aos padres. O jovem de apenas vinte e cinco anos de idade aceitou o desafio. Trocou o nome para João da Cruz. No dia 28 de novembro de 1568, juntamente com Frei Antônio de Jesus Heredia, inicia a Reforma. O desejo de voltar à mística religiosidade do deserto custou ao santo fundador maus tratos físicos e difamações. Em 1577 foi preso por oito meses no cárcere de Toledo. Nessas trevas exteriores ascendeu-se-lhe a chama de sua poesia espiritual. "Padecer e depois morrer" era o lema do autor da "Noite Escura da alma", da "Subida do monte Carmelo", do "Cântico Espiritual" e da "Chama de amor viva".
             A doutrina de João da Cruz é plenamente fiel à antiga tradição: o objetivo do homem na terra é alcançar "Perfeição da Caridade e elevar-se à dignidade de filho de Deus pelo amor"; a contemplação não é um fim em si mesmo, mas deve conduzir ao amor e à união com Deus pelo amor e, por último, deve levar à experiência dessa união à qual tudo se ordena". "Não há trabalho melhor nem mais necessário que o amor", disse o Santo. "Fomos feitos para o amor". "O único instrumento do qual Deus se serve é o amor". "Assim como o Pai e o Filho estão unidos pelo amor, assim o amor é o laço da união da alma com Deus.
             O amor leva às alturas da contemplação, mas como o amor é produto da fé, que é a única ponte que pode salvar o abismo que separa a nossa inteligência do infinito de Deus, a fé ardente e vívida é o princípio da experiência mística. João da Cruz costuma pedir a Deus três coisas: que não deixasse passar um só dia de sua vida sem enviar-lhe sofrimentos, que não o deixasse morrer ocupando o cargo de superior e que lhe permitisse morrer humilhado e desprezado.
             São João da Cruz é um místico amadurecido no sol do sofrimento, provado por Deus através de noites da fé; não compreendido pelos homens. O que ele diz traz o carimbo da experiência pessoal, não se deixa influenciar com facilidade pelas circunstâncias ou se amedrontar diante de um futuro que aparece grávido de sofrimentos... É na monotonia da vida, nas feridas abertas pelas incompreensões, que desabrocha a santidade do primeiro Carmelita Descalço, severo e exigente consigo mesmo, terno e delicado com os que o circundam
             Faleceu no convento de Ubeda, aos quarenta e nove anos, no dia 14 de dezembro de 1591, após três meses de sofrimentos atrozes. A primeira edição de suas obras deu-se em Alcalá, em 1618. No dia 25 de janeiro de 1675 foi beatificado por Clemente X. Foi canonizado e declarado Doutor da Igreja por Pio XI. Em 1952 foi proclamado "Patrono dos Poetas Espanhóis".
             Talvez a mais bela e completa descrição física e espiritual do Santo Fundador tenha sido feita por Frei Eliseu dos Mártires que com ele conviveu em Baeza: "Homem de estatura mediana, de rosto sério e venerável. Um pouco moreno e de boa fisionomia. Seu trato era muito agradável e sua conversa bastante espiritual era muito proveitosa para os que o ouviam. Todos os que o procuravam saíam espiritualizados e atraídos à virtude. Foi amigo do recolhimento e falava pouco. Quando repreendia como superior, que o foi muitas vezes agia com doce severidade, exortando com amor paternal... Santa Teresa de Jesus o considerava "uma das almas mais puras que Deus tem em sua Igreja”. Nosso Senhor lhe infundiu grandes riquezas da sabedoria celestial. Mesmo pequeno ele é grande aos olhos de Deus. Não há frade que não fale bem dele, porque tem sido sua vida uma grande penitência. Poucos homens falaram dos sublimes mistérios de Deus na alma e da alma em Deus como São João da Cruz.


Frases de são João da cruz

             O amor consiste em despojar-se e desapegar-se, por Deus, de tudo o que não é ele.
             O amor é a união do Pai e do Filho: e assim é a união da alma com Deus.
             Embora a alma tenha altíssimas revelações divinas, a mais elevada contemplação, a ciência de todos os mistérios… Se lhe falta amor, de nada lhe servirá para unir-se a Deus.
             Deus só coloca sua graça e predileção numa alma, na medida da vontade e do amor da mesma alma.
             O olhar de Deus é amar e conceder favores.
             Quando a alma se acha livre e purificada de tudo, em união com Deus, nenhuma coisa poderá aborrecê-la. Daqui se origina para ela, neste estado, o gozo de uma contínua suavidade e tranqüilidade, que ela nunca perde nem jamais lhe falta.
             Como a alma já possui, enfim, perfeito amor, é chamada Esposa do Filho de Deus.
             Tal é a alma que está enamorada de Deus. Não pretende vantagem ou prêmio algum a não ser perder tudo e a si mesmo, voluntariamente, por Deus, e nisto encontra todo o seu lucro.
             Não basta que Deus que nos ame para dar-nos virtudes; é preciso que, de nossa parte, também o amemos, a fim de podermos recebê-las e conservá-las.
             É próprio do perfeito amor nada querer admitir ou tomar para si, nem se atribuir coisa alguma, mas tudo referir ao Amado. Se nos amores da terra é assim, quanto mais no amor de Deus.
             Para Deus, amar a alma é de certa maneira integrá-la em si mesmo, igualando-a consigo; ama, então, essa alma, nele e com ele, com o próprio amor com que se ama.
             O olhar de Deus produz na alma quatro bens, isto é, a purificam, a favorecem, a enriquecem e a iluminam. É como o sol que, dardejando na terra os seus raios, seca, aquece, embeleza e faz resplandecer os objetos.
             Não fujas dos sofrimentos, porque neles está a tua saúde.
             Amado meu, tudo o que é difícil e trabalhoso o quero para mim, e tudo o que é suave e saboroso o quero para ti.
             Na união com o Amado, à alma verdadeiramente se rejubila e louva a Deus, com o mesmo Deus, e assim este louvor é perfeitíssimo e muito agradável a ele.
             Oh, que bens serão aqueles que gozaremos com o olhar da SANTÍSSIMA TRINDADE!
             Deus quer mais de ti um mínimo de obediência e docilidade do que todas as ações que realizas por ele.
             O falar distrai e o silêncio na ação leva ao recolhimento e dá força ao espírito.
             Nenhuma representação ou imaginação serve de meio próximo para a união com Deus; portanto, deve a alma despojar-se de todas elas.
             Aprendam a permanecer em Deus, com atenção amorosa, com calma, sem se preocuparem com a imaginação e com as imagens que ela forma. Assim, as faculdades descansam e não atuam; recebem passivamente a ação divina.
             Grande mal é olhar mais para os bens de Deus do que para o próprio Deus. Ele pede oração e despojamento.
             Ao que está desprendido, não lhe pesam cuidados, na hora da oração ou fora dela.
             Para entrar no caminho do espírito (que é a contemplação) deve a pessoa espiritual deixar o caminho da imaginação e da meditação sensível.
             O Senhor se comunica passivamente ao espírito, assim como a luz se comunica passivamente a quem não faz mais que abrir os olhos para recebê-la.
             É humilde quem se esconde no seu nada e sabe abandonar-se em Deus.

Maria e o Advento

 Iniciamos mais um ano litúrgico. A palavra ADVENTO significa “Vinda”, chegada: nos faz relembrar e reviver as primeiras etapas da História da Salvação, quando os homens se preparam para a vinda do Salvador, a fim de que também nós possamos preparar hoje em nossa vida a vinda de Cristo por ocasião do Natal. Neste período do Advento, a Igreja vive a espera, com a mesma oração que ressoava na assembléia cristã primitiva.
             “No tempo do Advento a Liturgia recorda com freqüência a bem-aventurada Virgem Maria, e, mais particularmente, no domingo que precede o Natal, quando faz ecoar antigas palavras proféticas acerca da Virgem Mãe e acerca do Messias e lê episódios evangélicos relativos ao iminente nascimento de Cristo e do seu Precursor. Desta maneira, os fiéis que procuram viver com a Liturgia o espírito do Advento, ao considerarem o amor inefável com que a Virgem Mãe esperou o Filho, serão levados a tomá-la como modelo e a prepararem-se, também eles, para irem ao encontro do Salvador que vem, "bem vigilantes na oração e... celebrando os seus divinos louvores". 
             O Papa Paulo VI nos exorta que quem vive com Maria o período do advento, imitando suas virtudes, com certeza o vive bem. Falar do advento é falar de Maria. Ela é a mulher da espera, do silencio, da obediência. Por isso, em cada Missa, em cada oração, ao longo de todo o ano, mas especialmente no período em que vivemos, devemos estar com Ela. Cada uma de suas virtudes nos leva a estar mais perto de Deus. Quando não encontramos o caminho, não vemos solução para nossas faltas, não acreditamos mais na busca da santidade, é Maria que vem nos ensinar a reencontrar o Caminho, mostrando passo a passo como devemos agir.
             Nos quatro domingos do Advento há uma série de elementos marianos presentes na liturgia. Podemos citar a solenidade da Imaculada Conceição que se celebra como "preparação radical à vinda do Salvador e feliz principio da Igreja sem mancha nem ruga” (Marialis Cultus 3); especial enfoque na Grande Mãe de Deus dos dias 17 a 24 de dezembro, através das leituras bíblicas, do terceiro prefácio de Advento que recorda a espera da Mãe, em algumas orações, como a do dia 20 de dezembro que nos traz um antigo texto do Rótulo de Ravena ou na oração sobre as oferendas do IV domingo que é uma epíclesis significativa que une o mistério eucarístico com o mistério de Natal em um paralelismo entre Maria e a Igreja na obra do único Espírito.
             Também no período do Advento recordamos Maria como a "Cheia de graça", a "bendita entre as mulheres", a "Virgem", a "Esposa de Jesus", a "serva do Senhor", a nova Eva que restabelece e recapitula no desígnio de Deus pela obediência da fé o mistério da salvação, a Filha de Sião, a que representa o Antigo e o Novo Israel, a Virgem do Fiat, a Virgem fecunda. É a Virgem da escuta e acolhida.
             Com o Advento iniciaremos o Ano Novo de nossa Igreja. É tempo de espera e de muita Graça. Peçamos sempre que o Espírito Santo nos prepare para a Segunda vinda de Nosso Senhor. Preparemos numa atitude de humildade e vigilância a chegada de Cristo que vem. A palavra de Deus é bem clara: “Vigiai, porque não sabeis em que dia virá o Senhor” (Mt 24, 42). Nós como Cristãos devemos sempre estar vigilantes, e nesse tempo de Advento a busca pela Santidade tem que ser mais intensa, evitar a tibieza, sair mesmo do nosso comodismo. E o exemplo perfeito que nós Cristãos Devemos Seguir nesse tempo de Advento é o Daquela que foi a Mediadora, Aquela que foi o Primeiro Sacrário, que abriu as portas para nos mostrar o Caminho de Deus, como diz Santo Agostinho, ela é o modelo de espera. Ela é exemplo de esperança, de oração e contemplação ante a vinda de Cristo. Mesmo trazendo para o mundo a Palavra em pessoa, jamais se elevou, mas passou pela vida sempre atenta. Ela esteve vigilante, silenciosa, durante o primeiro advento da história. 
Através de Maria, Jesus veio no primeiro Natal, e por meio dela que se cumpre o Mistério do Advento.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

VIVAM SEGUNDO O ESPÍRITO





"Vivam segundo o espírito. O fruto do espírito é amor, alegria, paz, longanimidade, bondade, benevolência, confiança, mansidão e domínio de si".
(Gl 5,16.22-23)


     AMOR   
"O outro é um irmão por meio do qual Deus nos fala. Por seu intermédio, Deus nos ajuda e nos consola , Deus nos ama e nos salva".  (Michel Quoist)
                                                                
   ALEGRIA
"Não há riqueza maior que a saúde do corpo, nem maior satisfação que um coração contente". (Eclo 30,16)
Senhor faz-nos lembrar que o teu primeiro milagre tu o fizeste para ajudar as pessoas em uma festa, nas núpcias de caná. Faz-nos lembrar que quem ama as pessoas ama também sua alegria, que sem alegria, não se pode viver, que tudo quanto é verdadeiro e belo está repleto da tua misericórdia infinita. 
                                                                
       PAZ
                       "Jesus entrou, ficou no meio deles e disse: "A paz esteja com vocês".
Ó senhor , dá-nos a paz, a paz do repouso, a paz do regozijo, a paz sem o anoitecer. (Santo Agostinho).


                                                          LONGANIMIDADE
"O injusto está sempre cobiçando, mas o justo distribui e nada retém". (Pr 21, 26)
                                              
                                                              BONDADE


Alegrem-se com os que se alegram, e chorem com os que choram. Vivam em harmonia uns com os outros. (Rm 12, 15-16)

Amar é conhecer, tomar consigo, compadecer-se, concordar, comunicar, construir. É chorar com quem chora, cantar com quem canta, dividir os próprios interesses, agindo em uníssono, com o coração, com o espírito, com as forças.

BENEVOLÊNCIA

Detestem o mal e apeguem-se ao bem, no amor fraterno, sejam carinhosos uns com os outros, rivalizando na mútua estima. (Rm 12, 9-10)

Todos os dias, ao alvorecer nós te bendizemos. Neste dia que nasce, ó senhor torna-nos capazes de realizar boas ações.  Ao iniciar este dia, ofereço-te as minhas mão senhor, não quero praticar o mal,não quero permitir mal algum. Ao doar-te esta nova jornada, proponho-me permanecer fiel e forte. Temo ser demasiado fraco. Eis as minhas intenções guia-me em meu caminho.

CONFIANÇA

Deus é a minha salvação! Eu confio e nada tenho a temer, porque minha força e meu canto é o senhor ele é a  minha salvação. (Is 12,2)

Para onde , senhor, para onde seremos conduzidos nesta terra não sabemos, todavia, não devemos sequer indagá-lo antes do tempo. Sabemos tão somente que, para aqueles que te amam senhor, todas as coisas contribuem para o bem, e que os teus caminhos levam para além desta terra.

MANSIDÃO

Carreguem a minha carga e aprendam de mim, porque sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para suas vidas. (Mt 11,29)

DOMÍNIO DE SI

Tudo posso naquele que me fortalece. (Fl 4, 13)
Santa Maria, mãe de Deus, conserva-nos um coração de criança transparente e puro como uma fonte. Obtém-nos um coração simples que não guarde ressentimentos das tristezas, um coração grande do doar, sensível no participar.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Nossa Missão

Desde o ventre da minha mãe
Já me conhecia
Antes que eu nascesse
Jesus me escolheu
Hoje a minha vida
É para o seu louvor
Sigo anunciando o seu eterno amor
Aonde mandar eu irei
Seu amor eu não posso ocultar
Quero anunciar para o mundo ouvir
Que Jesus é o nosso Salvador.
Grato eu estou Senhor
Porque me confiaste
A missão de proclamar o seu eterno amor
Mesmo sendo tão pequeno
Me deste autoridade
De em seu nome anunciar
A paz e a liberdade
Aonde mandar eu irei
Seu amor eu não posso ocultar
Quero anunciar para o mundo ouvir
Que Jesus é o nosso Salvador. 
(Adriana)

Se Compreendesses como te amo

um consagrado para amar.wmv