quarta-feira, 20 de julho de 2011
Quão doce é Jesus.
Não contentando-se em ter vindo ao mundo para nos salvar da morte,e nos libertar da escravidão do pecado, como verdadeiro homem e verdadeiro Deus.
Ele quis de uma maneira tão simples permanecer para sempre conosco nos nutrindo a alma e o coração.
Jesus se fez pão!
Ele mesmo disse que : "Quem come do meu corpo e bebe do meu sangue, permanece em mim e eu nele". Jo 6,56.
Quem recebe Jesus em seu coração está em comunhão com ele e com a santíssima trindade.
Ele é o pão dos anjos que desceu dos céus, ele é nosso alimento espiritual, a eucaristia é o sustento de nossa alma, é o sustento de toda santa e amada igreja.
Pois sobre as espécies do pão e do vinho, escondido está o doce Jesus, com toda a sua divindade, com todo o seu poder.
Pensemos em como temos nos preparado para receber em nossos corações o doce Jesus.
Preparemos a nossa morada com as mais belas flores para acolher ao jardineiro celeste.
É no coração humilde e limpo que ele encontra as suas delícias!
Gratidão senhor pelo teu corpo e pelo teu sangue!
Que todos os anjos e santos do céu, com todos os homens e mulheres da terra te louvem desde agora e para todo o sempre, amém.
terça-feira, 5 de julho de 2011
Angelus do Papa Bento XVI Sobre a Eucarístia
26-06-2011 Na praça do Vaticano.
Hoje, na Itália e em outros Países, celebra-se o Corpus Domini, a festa da Eucaristia, o Sacramento do Corpo e Sangue do Senhor, que Ele instituiu na Última Ceia e que constitui o tesouro mais precioso da Igreja.
Em uma cultura sempre mais individualista, como aquela em que estamos inseridos nas sociedades ocidentais, e que tende a difundir-se em todo o mundo, a Eucaristia constitui-se como uma espécie de "antídoto", que age nas mentes e nos corações dos fiéis e continuamente semeia nesses a lógica da comunhão, do serviço, da partilha, em suma, a lógica do Evangelho. Os primeiros cristãos, em Jerusalém, eram um sinal evidente desse novo estilo de vida, porque viviam em fraternidade e colocavam em comum os seus bens, a fim de que nenhum fosse indigente (cf. At 2,42-47).
Queridos amigos, invoquemos a Virgem Maria, que o meu Predecessor, o Beato João Paulo II, definiu "Mulher eucarística" (Ecclesia de Eucharistia, 53-58). Na sua escola, também a nossa vida torne-se plenamente "eucarística", aberta a Deus e aos outros, capaz de transformar o mal em bem com a força do amor, esforçada em favorecer a unidade, a comunhão, a fraternidade.
Queridos irmãos e irmãs!
Hoje, na Itália e em outros Países, celebra-se o Corpus Domini, a festa da Eucaristia, o Sacramento do Corpo e Sangue do Senhor, que Ele instituiu na Última Ceia e que constitui o tesouro mais precioso da Igreja.
A Eucaristia é como o coração pulsante que dá vida a todo o corpo místico da Igreja: um organismo social completamente baseado sobre o laço espiritual, mas concreto, com Cristo. Como afirma o Apóstolo Paulo: "Uma vez que há um único pão, nós, embora sendo muitos, formamos um só corpo, porque todos nós comungamos do mesmo pão" (1Cor10,17).
Sem a Eucaristia, a Igreja simplesmente não existiria. É a Eucaristia, de fato, que faz de uma comunidade humana um mistério de comunhão, capaz de levar Deus ao mundo e o mundo a Deus. O Espírito Santo, que transforma o pão e o vinho no Corpo e Sangue de Cristo,transforma também quantos o recebem com fé em membros do corpo de Cristo, tanto que a Igreja é realmente sacramento de unidade dos homens com Deus e deles entre si.
Em uma cultura sempre mais individualista, como aquela em que estamos inseridos nas sociedades ocidentais, e que tende a difundir-se em todo o mundo, a Eucaristia constitui-se como uma espécie de "antídoto", que age nas mentes e nos corações dos fiéis e continuamente semeia nesses a lógica da comunhão, do serviço, da partilha, em suma, a lógica do Evangelho. Os primeiros cristãos, em Jerusalém, eram um sinal evidente desse novo estilo de vida, porque viviam em fraternidade e colocavam em comum os seus bens, a fim de que nenhum fosse indigente (cf. At 2,42-47).
De que deriva tudo isso? Da Eucaristia, isto é, de Cristo ressuscitado, realmente presente em meio aos seus discípulos e operante com a força do Espírito Santo. E também nas gerações seguintes, através dos séculos, a Igreja, apesar dos limites e erros humanos, continuou a ser no mundo uma força de comunhão. Pensemos especialmente nos períodos mais difíceis, de prova: o que significou, por exemplo, para os Países submetidos a regimes totalitários, a possibilidade de reencontrar-se na Missa Dominical! Como diziam os antigos mártires de Abitene: "Sine Dominico non possumus" – sem o "Dominicum", isto é, sem a Eucaristia dominical não podemos viver. Mas o vazio produzido pela falsa liberdade pode ser muito perigoso, e então a comunhão com o Corpo de Cristo é remédio para a inteligência e a vontade, para reencontrar o gosto pela verdade e pelo bem comum.
Queridos amigos, invoquemos a Virgem Maria, que o meu Predecessor, o Beato João Paulo II, definiu "Mulher eucarística" (Ecclesia de Eucharistia, 53-58). Na sua escola, também a nossa vida torne-se plenamente "eucarística", aberta a Deus e aos outros, capaz de transformar o mal em bem com a força do amor, esforçada em favorecer a unidade, a comunhão, a fraternidade.
Fonte: Boletim da Sala de Imprensa da Santa Sé.
São Pedro e São Paulo
Apóstolos
+ século I
Apóstolos
+ século I
A solenidade de são Pedro e de são Paulo é uma das mais antigas da Igreja, sendo anterior até mesmo à comemoração do Natal. Já no século IV havia a tradição de, neste dia, celebrar três missas: a primeira na basílica de São Pedro, no Vaticano; a segunda na basílica de São Paulo Fora dos Muros e a terceira nas catacumbas de São Sebastião, onde as relíquias dos apóstolos ficaram escondidas para fugir da profanação nos tempos difíceis.
E mais: depois da Virgem Santíssima e de são João Batista, Pedro e Paulo são os santos que têm mais datas comemorativas no ano litúrgico. Além do tradicional 29 de junho, há: 25 de janeiro, quando celebramos a conversão de São Paulo; 22 de fevereiro, quando temos a festa da cátedra de São Pedro; e 18 de novembro, reservado à dedicação das basílicas de São Pedro e São Paulo.
Antigamente, julgava-se que o martírio dos dois apóstolos tinha ocorrido no mesmo dia e ano e que seria a data que hoje comemoramos. Porém o martírio de ambos deve ter ocorrido em ocasiões diferentes, com são Pedro, crucificado de cabeça para baixo, na colina Vaticana e são Paulo,
Há outras raízes ainda envolvendo a data. A festa seria a cristianização de um culto pagão a Remo e Rômulo, os mitológicos fundadores pagãos de Roma. São Pedro e são Paulo não fundaram a cidade, mas são considerados os "Pais de Roma". Embora não tenham sido os primeiros a pregar na capital do império, com seu sangue "fundaram" a Roma cristã. Os dois são considerados os pilares que sustentam a Igreja tanto por sua fé e pregação como pelo ardor e zelo missionários, sendo glorificados com a coroa do martírio, no final, como testemunhas do Mestre.
São Pedro é o apóstolo que Jesus Cristo escolheu e investiu da dignidade de ser o primeiro papa da Igreja. A ele Jesus disse: "Tu és Pedro e sobre esta pedra fundarei a minha Igreja". São Pedro é o pastor do rebanho santo, é na sua pessoa e nos seus sucessores que temos o sinal visível da unidade e da comunhão na fé e na caridade.
São Paulo, que foi arrebatado para o colégio apostólico de Jesus Cristo na estrada de Damasco, como o instrumento eleito para levar o seu nome diante dos povos, é o maior missionário de todos os tempos, o advogado dos pagãos, o "Apóstolo dos Gentios".
São Pedro e são Paulo, juntos, fizeram ressoar a mensagem do Evangelho no mundo inteiro e o farão para todo o sempre, porque assim quer o Mestre.
decapitado, nas chamadas Três Fontes. Mas não há certeza quanto ao dia, nem quanto ao ano desses martírios.
A morte de Pedro poderia ter ocorrido em 64, ano em que milhares de cristãos foram sacrificados após o incêndio de Roma, enquanto a de Paulo, no ano 67. Mas com certeza o martírio deles aconteceu em Roma, durante a perseguição de Nero.
sábado, 2 de julho de 2011
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